8/02/2008

Resultado.

Pois bem, já não escrevia á séculos, mas aqui estou.
Mai um ano se passou e agora estou de férias. Ainda acho as férias o final de algo por isso, considero o inicio de férias o final de um ano de trabalho. E nesse ano de trabalho fui confrontado com muitas coisas. Que me fizeram pensar e chegar a algumas conclusões. Bem mas isso n interessa nada.

Digamos que o meu lema actual é : Mais vale ser do que ter. 

Cheguei á conlusão de que ter mais do que o que se precisa para viver confortavelmente é o germe da maioria dos problemas e desigualdades.

Os que têm a mais querem sempre mais e os que têm menos guerreiam por ter sempre mais... Bem mas haverá de ser sempre assim, porque sempre assim foi!

O interessante é que há ideias recentes que nos possibilitam ter mais a pagar menos, e isso interessa-me.
Portanto vou deixar-vos este filme como mote para pesquisarem mais sobre a matéria e se encontrarem coisas novas são bem vindas neste espaço.

Deixo-vos então com casas feitas de contentores de transporte marítimo. Sim! Vejam o filme. Abraço :-)

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Vinicius de Moraes -


A ausente

Amiga, infinitamente amiga
Em algum lugar teu coração bate por mim
Em algum lugar teus olhos se fecham à idéia dos meus.
Em algum lugar tuas mãos se crispam, teus seios
Se enchem de leite, tu desfaleces e caminhas
Como que cega ao meu encontro...
Amiga, última doçura
A tranqüilidade suavizou a minha pele
E os meus cabelos. Só meu ventre
Te espera, cheio de raízes e de sombras.
Vem, amiga
Minha nudez é absoluta
Meus olhos são espelhos para o teu desejo
E meu peito é tábua de suplícios 
Vem. Meus músculos estão doces para os teus dentes
E áspera é minha barba. Vem mergulhar em mim
Como no mar, vem nadar em mim como no mar
Vem te afogar em mim, amiga minha
Em mim como no mar...


1/26/2008

Epyphany

Hoje, fiz um balanço da minha vida, de tudo o que fiz e de tudo o que deixei de fazer. Não invejo o que não fiz, porque como não o vivi, não sinto nenhuma atração pelo não realizado, mas há coisas na minha vida que seriam deveras bem mais productivas se tivesse sido feitas de uma manera diferente seriam melhores.
Envergonho-me de algumas coisas que fiz, e que condicionaram o rumo da minha vida, e acredito que quando se fecha uma porta abre-se uma janela. O percurso da minha vida ensinou-me isso. Mas a cima de tudo acho cada vez mais que temos o destino na palma da mão.
Se na juventude fosse mais consciente, não sofreria mais tarde pelas insconsciências de decisões estupidas e inconsequentes, mas graças a essas decisões inconsequentes e em certa medida brusca, fiz-me quem sou e orgulho de ser.
Porque "O futuro é comprado pelo presente." (Samuel Johnson)

1/05/2008

100 post's

E assim se fazem 100 posts!
Derrepente portanto!
lol

Bem, para comemorar, vamos escutar Ubrella de Rihana!!

Não?!

Mas vejam o video e já vão ver o porquê! É que não é ela a cantar...

Então, nunca vos habituei a má música, não ia começar agora!

Abraços!!

1/03/2008

Vida Boa!

Passagem de ano! 2008



O ano lá se passou-se perto daqueles que mais gosto, ou quase todos! Mas foi fantástico! O fogo de artifício da Tocha durou 13 minutos e foi fascinante, em parte porque estamos praticamente debaixo do fogo, o que faz com que o céu se encha completamente de cores fechando assim um ano e começando outro, também seguido com um bailarico típico que foi portanto o auge da comicidade e do divertimento e da bebedeira, portanto não á mais a dizer!

Na realidade estas coisas de fim de ano são mais motívos para estarmos com aqueles que nos são mais queridos do que outra coisa. Não se sente nenhuma mudança, se se sente pode ser nostalgia, por nos lembrar-mos que estamos a envelhecer e que mais um ao se passou. Sim, uma visão negativista logo para iníciar o anos e eu que me encontro positivo e esperançoso no que toca a este ano. Julgo que muitas coisas vão mudar e nós cá estamos para ver e fazer a nossa parte.

Resta-me desejar Bom Ano de 2008 e tudo de bom!

12/28/2007

12/26/2007

O Mundo em 2008


  
A urgência de sair do petróleo – e de encontrar mais do mesmo.

Os políticos preocupam-se quando o preço do petróleo está elevado. Mas as crises energéticas de 2008 serão bastante diferentes daquelas dos anos setenta e oitenta por uma simples razão – a alteração do clima.
O pânico relativamente ao aquecimento global significa que o mundo tem agora dois tipos de ansiedades energéticas diferentes. A primeira tem a ver com a já familiar necessidade de garantir o fornecimento. A segunda prende-se com a batalha para combater a alteração climática, reduzindo as emissões de gases de efeito de estufa. Em teoria, estas duas preocupações apontam na mesma direcção. As principais economias mundiais necessitam de encontrar novas e mais limpas fontes de energia, permitindo-lhes reduzir a sua dependência face aos combustiveis fósseis. Na prática, as coisas não são tão simples. O problema é que é que as novas formas de energia limpa não são ainda alternativas suficientemente convincentes ao petróleo e gás. Uma perspectiva de longo prazo exige que as principais economias mundiais reduzam a sua dependência de combustíveis fósseis. O imperativo de curto prazo é ainda de encontrar mais do mesmo producto.
Como resultado, em 2008, os políticos vão falar sobre a necessidade de chegar a um novo acordo internacional sob a alteração do clima. Mas os líderes dos maiores países tabém vão passar muito tempo a tentarem assegurar o acesso aos combustiveis fósseis, que tanto afirmam querer eliminar. Na cimeira do G8, que envolve as principais nações industrializadas, a ter lugar no Japão, em Julho, os americanos vão insistir que o próximo acordo sobre a mudança do clima terád e incluir a China, a India, e outros países emergentes. O que é razoavel, tendo em conta que a China está a ultrapassar os EUA na emissão de gases de efeito de estufa. Os próprios chineses estão genuinamente alarmados sobre as implicações da mudanças do clima. Qual eventual acordo terá, provavelmente, os europeus, essencialmente, a obrigarem os chineses e indianos a reduzirem as emissões – através de um sistema global de autorizações transacionáis.
Mas não é de esperar que os líderes mundiais avancem muito para além dos princípios gerais de 2008. Os chineses estão muito nervosos quanto à possibilidade de acordarem algo que possa desacelerar a sua economia e criar desemprego. Os americanos terão que ser muito persuasivos para fazer crer que um sistema global de transacções de emissões irá funcionar. Em 2008, poderá recair sobre a União Europeia a maior contribuição na transacção de carbono. A UE já estabeleceu o modelo mais elaborado do mundo para esse tipo de comercialização. Mas a primeira fase prejudicou a credibilidade de transacção de carbono porque se revelou demasiado frouxa. A segunda fase vai entrar em funcionamento em 2008 e será observada de muito perto para se ver se é mais efectica.
Entretanto, a tendência para encontrar novos fornecimentos credíveis de combustíveis fósseis vai manter-se. A China vais continuar a sua ofensiva diplomática pela África – com mais acordos controversos como aquele que foi estabelecido com o Sudão. Internamente, a China vais continuar a abrir unidades de geração de energia , a partir do carvão, à média de uma por dia, para desespero dos activistas contra o aquecimento global em todo o mundo.


Gídeon Rachman
Responsável dos assuntos estrangeiros, colunista Financial Times.

12/25/2007

Os muitos Natais...



Nestas alturas de festa e de convivio entre os nossos mais queridos, ficamos envolvidos por esse espírito consumista do natal, por aquela espécie de óculos eu nos fazem ver a vida toda cor-de-rosa e nos mantêm confortáveis e preocupados com a nossa realidade, esquecendo que existem outras realidades presentes no Natal, que apesar de tudo não deizam de ser também Natal.
Pode ser a família que não tem dinheiro, e contenta-se com os mínimos mas tem um verdadeiro natal e vive o espírito de família.
Pode ser um natal onde existe de tudo em abundáncia e onde todos se dão bem.
Pode ser o natal do sem abrigo que encontra um sitio para ficar ou junta-se e usufrui do serviço prestado por voluntários que dedicam o seu tempo a proporcionar aos que nada têm um natal mais digno.
...
Eu podia continuar, mas não vale a pena! Estes natais existem, mas nunca são perfeitos.
A família pode não ter dinheiro, apenas tendo que se contentar com os mínimos, mas pode não viver o verdadeiro natal pois o ego e maneira de ser de cada uma das pessoas que chocam, as suas histórias e os seus assuntos por resolver vêm à tona, e o que acontece é que em vez de um natal tranquilo, temos um natal ou tenso, ou completamente militarizado onde cada um se feixa no seu blindado e tenta encontrar o melhor ângulo para atacar o outro. O mesmo acontece com aquelas famílias que não têm grandes constrangimentos monetários, cada um quer mais. O que lhes foi dado é pouco, e mesmo que tenha sido o suficiente para lhes encher a medida, faz a comparação de quem lhe deu mais e de quem lhe deu menos. Por fim temos o sem abrigo, que pode não ter o apoio para lhe ajudar a passar esta época festiva, passando este tempo sózinho no frio, e sem auxilio. Além disso temos as vítimas devido ao alcool. Ou acidentes de viação, ou casos de violência doméstica.

Quantos natais existem?
Qual o nosso natal?
O que posso fazer para melhorar o meu natal? E o natal dos outros!?


Assim desejo os votos de um santo natal, já a caminho de um ano novo. E um video oara verem que um pouc de solidariedade é contagioso e que só faz bem! É um clip de Dave Matthews Band - música "Everyday"

12/24/2007

Responsabilidade de todos, sem ir á carteira...

Olá!
Venho desta vez, falar num tema que está muito em voga a percorrer o mundo ocidental neste momento, e que como tal também me veio tocar a mim muito de perto.
Estou portanto a falar do ambiente e do aquecimento global e dessas coisas que quanto a mim, já chateiam a ser faladas na televisão apesar de ser compreensível. Bem, mas eu tentei olhar para o projecto de uma forma mais pragmática. É verdade que cada vez mais há menos água potável. É também verdade que cada vez mais gastamos mais energia. Interessante ver que neste momento há menos habitantes em portugal, do que havia á 10 anos, mas que consumimos mais energia do que antigamente, então mas as máquinas não estão mais eficientes?… Mas eu não vim falar nisso, vim mostrar outra perspectiva. A perspectiva mais real.
Portanto, o petróleo está a acabar, e visto que 70% da produção eléctrica portuguesa é de usinas de queima de petróleo, quando ele acabar, acaba a electricidade, e então sem eléctricidade como é que os viramos? Não há petróleo, portanto poderá não haver gáz ou maneira como o transportar. Quem usufrui de esquentadores tem de recorrer a outro método para ter água quente, não há luz, não há telefones, não há computadores, não há nada, só nós e as nossas casas, que deixariam de se chamar casas para se chamarem abrigos. Um grande número das nossas casas, sem eléctricidade, são, frias, escuras, húmidas, sujas, não oferecem nenhum nível de conforto, passando apenas por serem um abrigo do tempo e mais nada. Portanto temos de deixar de pensar em ter uma casa dependente de toda uma infra estructura que não temos controlo. O que proponho, é que olhemos para o que está a acontecer em algumas comunidades dos EUA, que procuram ter casas a baixo custos, mas auto-suficientes, alem disso, amigas do ambiente.
Existe o preconceito de que as casas amigas do ambiente, são mais caras do que as casas tradicionais, mas se calhar não é bem assim, além de para ser amiga do ambiente a casa não tem de ser feia, aliás, porque uma casa para ser um lar não pode ser um lugar onde nos sintamos mal, mas sim um local onde nos eleve ao nosso potencial mais elevado, como diz Jacque Fresco. Trago aqui uma solução inteligente, bonita, de baixo custo, que pode ser a casa de cada um de nós.
É ver o video.